Ao longo de 2025 vimos projetos de interiores se afastando cada vez mais do minimalista e dando lugar a casas mais expressivas, únicas e cheias de identidade. “Monica Levandoski, consultora sênior da WGSN Mindset, comenta: ‘Períodos de crise e incerteza geralmente impulsionam uma resposta dupla: uma busca por simplicidade e segurança, mas também por ambientes expressivos, capazes de gerar emoção’”. Vanessa D’Amaro, Casa Vogue (tendências decoração e design 2026).

As previsões para 2025 a 2027 mostram um aumento no maximalismo, procurando principalmente referências nostálgicas. Espaços que despertam sensações é a busca que esse movimento considera alcançar, por isso o aumento de texturas, tecidos diversos e materiais naturais na decoração.

Destaca-se também a tendência “cerejamania”, na qual o tom cereja se torna um dos mais desejados no consumo, inclusive na decoração. O vermelho, que foi uma cor-chave em 2025, deve se consolidar novamente em 2026, aparecendo em fachadas, portas, esquadrias e mobiliário. Essa cor vibrante transmite energia e personalidade, prometendo marcar presença em projetos mais ousados.

A busca por conforto e bem-estar no ambiente doméstico reflete uma mudança profunda nas nossas prioridades. Essa transformação não apenas melhora a qualidade do nosso dia a dia, mas também reforça a importância de criar lares que promovam saúde física e emocional.

A combinação dessas tendências mostra uma casa mais viva e pessoal. Com mais cores, texturas e memórias, o maximalismo volta a ganhar espaço e reflete o desejo de morar de um jeito mais intenso.

Foi justamente essa visão que guiou a MM Arruda ao convidar o escritório Moca Arquitetura para assinar os dois decorados do Dalí, ambos concebidos dentro dessa estética que valoriza presença, memória e personalidade.

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