O mercado internacional de arte voltou aos holofotes depois que uma obra de Gustav Klimt atingiu um valor histórico durante o leilão Marquee Sales Series da Sotheby’s, em Nova York, nos Estados Unidos.
Trata-se da obra “Retrato de Elisabeth Lederer”, uma pintura criada entre 1914 e 1916, que representa a filha de August Lederer, um dos maiores patrocinadores do artista e responsável por apoiar grande parte de sua produção.

A obra foi disputada por seis compradores durante cerca de vinte minutos e foi arrematada por US$ 236,4 milhões, cerca de R$ 1,25 bilhão, consolidando-se como a segunda obra mais cara já vendida em um leilão, atrás apenas de Salvator Mundi, atribuído a Leonardo da Vinci, vendido por cerca de US$ 450 milhões em 2017. No recorte da arte moderna, torna-se a obra mais valiosa já arrematada.
O interesse gigantesco pelo quadro reforça o status de Klimt como um dos artistas mais valorizados do século XX e o fascínio contínuo por sua produção.
Essa valorização diz muito sobre o conceito de exclusividade. Os retratos de corpo inteiro da fase final de Klimt são extremamente raros. A maioria está sob guarda de museus renomados ao redor do mundo, restando pouquíssimas peças em coleções particulares. Como são obras que praticamente não chegam ao mercado, cada aparição se transforma em um evento global.
Do mundo da arte para o coração de Curitiba
Escolher Klimt como referência para batizar o empreendimento não foi uma simples homenagem estética. Assim como as obras do artista, o Klimt Cabral nasce com o propósito de ser singular.
Klimt revolucionou o modernismo ao unir detalhes minuciosos, simbolismos dourados e um olhar sensível para a individualidade. Seu trabalho se destacou porque fugia do comum. No mercado imobiliário, exclusividade também é resultado de escolhas cuidadosas.
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